quarta-feira, 8 de setembro de 2010






Aqueles que passam por nós
não vão sós
não nos deixam sós
deixam um pouco de si
levam um pouco de nós


[...]

Quem ama inventa as penas em que vive;
E, em lugar de acalmar as penas, antes
Busca novo pesar com que as avive.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

(...)    Se eu ouvisse que às vezes o amor machuca como um leão raivoso e é tão perigoso...
...se eu falasse tudo aquilo que a razão mandasse não caia no seu jogo, mas como fui tão boba deixei acontecer       
                                        (...)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".

¨Olavo Bilac

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

         
        A hostilidade tivera influência considerável na sua personalidade a partir da perda, em uma trágica morte, de sua “estrela guia”, como costumava chamar sua mãe, entretanto, essa fora essencial para o nascimento daquela nova mulher.
        Não era amarga ou má, pelo menos ninguém nunca notara, era precisa, calculista, uma especialista, graduada. A sua beleza era inimaginável, nem a mais bela das flores possuía tamanha formosura, pele delicada, curvas exuberantes, sorriso incomparável ao canto de quaisquer pássaros.
        Vivia sozinha em um pequeno apartamento, nada de amigos, parentes ou namorados, estranho? Não, simplesmente não era a hora, como pensavam seus vizinhos. Às vezes viajava passava poucos dias fora, ninguém sabia para onde ela ia. De qualquer forma, quando retornava delas, parecia mais jovem.
         Nenhum grande mistério? Não, no mínimo saia para espairecer, mais a verdade não era esta. Suas viagens tinham um destino, uma cidadezinha, por fora parecia mais um lindo chalé rodeado de flores do campo, mas lá dentro, dentro deste chalé era que morava o perigo.
        Na verdade “a galeria”, como ela referia-se ao chalé, era minuciosamente organizada, crianças de 5 anos, adolescentes de 16, suas idades preferidas e homens de 20 a 25 anos eram os itens seus prediletos, as crianças e adolescentes eram escassos, 3 ao todo, mais os homens, a esses eram como o mais doce dos méis, a adrenalina tomava conta do seu corpo, eles a excitavam mais do que qualquer coisa.
        Os músculos, o coração, o cérebro, era inebriante. Seus “troféus”, como chamava suas vítimas, eram sua alma, empalhar corpos e averiguar a anatomia interna humana era como ir aos céus.
       Maníaca, psicopata, serial killer, como quiser chamá-la, mas para ela nada além de uma voluptuosa sede de sangue.

// Niccoli Grings

sábado, 21 de agosto de 2010

"Muitos acreditam que é o amor que cresce, mas é o conhecimento que cresce, e o amor simplesmente se expande para contê-lo. O amor é simplismente a pele do conhecimento."
{ William P. Young